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	<title>CaduGarcia.com</title>
	<link>http://br.cadugarcia.com</link>
	<description>blog e portfólio</description>
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		<title>Daniel E.</title>
		<description><![CDATA[“Meu distúrbio, não diagnosticado pelos mais renomados especialistas, não aceito pelos filósofos e religiosos, torna insuportável a minha vida. Todos à minha volta temem a morte, eu temo o nascimento. Devo explicar a minha situação, porque não tenho amigos que saibam dela e pretendo terminar a minha vida de uma forma que me seja familiar [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/daniel-e-805</link>
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		<title>É outra coisa. Mas exatamente igual.</title>
		<description><![CDATA[Primeiro desci aquela escada, de um cinza cru que parecia sujo, até o subsolo. Muita gente fazia o mesmo, com passo apressado, sem olhar para os lados, como não se notassem. Vestiam tantas cores, mas as roupas eram tão parecidas (talvez não pensassem assim, pensassem as diferenças mínimas e quase imperceptíveis como cabais) e seus [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/e-outra-coisa-mas-exatamente-igual-803</link>
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		<title>Ladrilho</title>
		<description><![CDATA[Cada amor que sentia lhe custava parte da alma. Cada carinho que oferecia deixava ali parte de si. Pena para ele que nutria apreço não apenas por humanos. Viajava, pelos lugares se apaixonava; dançava, pela música se afeiçoava; sentia um perfume, por ele se doía. E tanto se deixou, se partiu, que se quebrou: em [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/ladrilho-800</link>
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		<title>Paixão I</title>
		<description><![CDATA[Pensou que estava apaixonado. Quando o menino estava por perto, ficava tonto; quando sentia seu perfume, a pele gelava; quando o tocava, os dedos doíam; queria beijá-lo, devorá-lo; desejava ter-lhe a vida.]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/paixao-i-796</link>
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		<title>Soneto &#8220;Por almas de amantes devorar&#8221;</title>
		<description><![CDATA[Por almas de amantes devorar, em meu coração se fez a negrura: só o que sinto é colossal amargura, pois seus desejos posso antecipar. Meu peito, não mais firme, vai e procura o vício e a langue fome suplantar: rastreou teu pulsante bezoar, do veneno amargo a última cura. Meu coração velou-se de carmim, sem saber [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/soneto-por-almas-de-amantes-devorar-787</link>
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		<title>O Sequestro</title>
		<description><![CDATA[Vou contar uma de minhas experiências mais absurdas: a de como eu descobri que minha consciência vive em meu coração, apenas nele, e em nenhuma outra parte de meu corpo. Infelizmente, foi também o dia em que ganhei uma cicatriz nele. Eu estava em meu quarto, limpando-o, e de repente senti: o corpo caindo no [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/o-sequestro-784</link>
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		<title>Catacrese</title>
		<description><![CDATA[Ingênuo pensar que uma língua é capaz de comunicar todos os conceitos possíveis. Como o é pensar que nada sobra de desconhecido no mundo depois que tudo foi mapeado, ou que nada acontece sem lógica. Existe um mundo inteiro conceitual, em constante transformação, lentas ou não. Cada palavra é indicação de uma região no mapa [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/catacrese-777</link>
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		<title>Tempo e eternidade</title>
		<description><![CDATA[Na visão comum, o tempo é linear: sucessão de passado, presente e futuro. E é tão comum, que soa absurdo pensá-lo de outra forma. Não conheço muitas outras: Existe a circular: o tempo é como é hoje, e caminha para ser de novo como foi ontem. O passado é o futuro, é como as coisas são, [...]]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/tempo-e-eternidade-773</link>
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		<title>Microconto</title>
		<description><![CDATA[Uma mulher muito má devorou a criança e para sempre viveu. Carrega o bebê em seu estômago, cujo choro só é ouvido por pessoas próximas.]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/microconto-764</link>
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		<title>ETs e o ASCII</title>
		<description><![CDATA[O HypeScience noticiou esta semana que "Aliens deixa[ra]m um teste de raciocínio em um campo de trigo": era um daqueles círculos deixados em plantações; mas este, diferente, partido em doze partes e cheio de linhas, tinha um código que a ufóloga Lucy Pringle identificou como a identidade de Euler, considerada a mais bela de toda a Matemática.]]></description>
		<link>http://br.cadugarcia.com/blog/ets-e-o-ascii-756</link>
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